domingo, 30 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Fantástico.

Não percam este momento...Que grande surpresa no America’s Got Talent (por volta dos 2minutos...)
 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Boa Noite!

Música desta noite, que me acompanha durante um serão de trabalho...

Quente

domingo, 23 de junho de 2013

Porto

sábado, 22 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Bom São João

Eu gosto muito de Música, todo ou quase todos os estilos de música, mas a verdade é que a música deve ser filha de portugueses, porque a verdade é que acho que ela também está em crise. 

Eu gosto de ficar pasmado com um álbum que saia. Gosto de ouvir um álbum acabadinho de sair e ficar viciado nele como fiquei quando ouvi os primeiros acordes do Smash dos Offspring, ou tantos outros. Isso não tem acontecido. Nem pelas bandas enormes que já têm uma grande carreira, nem pelas que estão a começar. Aliás, o que tenho ouvido de melhor, são bandas relativamente recentes, ou pelo menos desconhecidas do grande público e que me têm surpreendido. 
A verdade é que sites como o Last.fm, 8tracks ou grooveshark têm contribuído bastante para eu alargar horizontes e conhecer novas bandas. 
Eu tenho o scrobbler do last.fm sempre instalado no meu computador, tablet e telemóveis. Basicamente sempre que ouço música esse scrobbler descarregar informação que músicas ouço, ao ponto de ter mais de 50 mil músicas ouvidas nos últimos. Com isto o Last.fm aconselha-me vizinhos com gostos semelhantes e eu posso ver o que eles mais ouvem, conhecer bandas. Se o vizinho polaco ou inglês ouve 9 das 10 bandas que mais ouço e também ouve uma banda que nunca ouvi falar, eu vou sacar esse album ou ouvir no grooveshark para ver que tal é...e tenho apanhado algumas boas surpresas.
Eu continuo a achar que não tem saído grandes álbuns, mas a industria que anda à volta da música, nomeadamente a Internet, têm sido fantásticos para a divulgação de bandas que de outra forma dificilmente ouviria.


Aproveito para deixar um trailer do novo filme que irá sair sobre Steve Jobs.. quero ver porque a verdade é que a personagem me fascina, mesmo que ainda não tenha acabado de ler a bibliografia do homem.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Grande Perda!!!


Obrigado Rui Rio

... como eu li no facebook, era enfiar-te uma embalagem de mokambo pelo recto (ou reto com o novo acordo) acima, eu até diria mais, era enfiar-te uma bilha de gás que ficavas com um andar novo.
Já sei que a minha queridissima ML não concorda comigo mas a verdade é que ao armar-se mais papista que o papa, acabou por tirar o feriado a muita gente. 
O que me dizem é que ele fez cumprir a lei. Até dou de barato isso, mas também é verdade que mais nenhuma cidade do país o fez, nem acredito que faça e ninguém está a ver chegarem à beira dos excelentíssimos deputados da nossa assembleia e pedir explicações porque é que não foram trabalhar no dia 13 de Junho, já que não foi feriado nem foi dado tolerância. Rui Rio sabia disso perfeitamente mas no entanto quis dar uma de esperto. Já li que ele fez isso para não ter que pagar a mais aos funcionários que vão estar a trabalhar nas corridas da Boavista. não sei se será verdade, seja como for é triste. Conhecendo como conheço as empresas portuguesas estou à espera de um email que me diga que tenho que vir trabalhar segunda-feira já que não é feriado, ou até se calhar nem mandam email e estão a contar que venha. As empresas claro que se vão aproveitar disso, não todas porque há empresas com bom senso, mas há algumas que se vão aproveitar, não tenho dúvidas nenhumas. Resta saber se a minha será uma delas.
Se o Rui River estivesse quietinho e caladinho, tínhamos todos o feriado, estávamos todos contentes.

Pó caralho!!!


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Coisas da ML

Quem é que faz uma cama e deixa um comando grande como tudo e uma garrafa de água das pedras por baixo dos lençóis?
Quem, Quem??? A ML!!!!

Mercado do Bom Sucesso


Eu gosto do Porto, amo o Porto e adoro vê-lo viver e crescer desta maneira que está acontecer. Se compararmos a animação, actividades culturais, até a própria noite que existe nas ruas do Porto hoje e há 10 anos atrás temos de admitir que estamos muito à frente do que estávamos, estamos a crescer e bem.

O mercado do bom sucesso é mais um desses exemplos. Confesso que estava muito céptico em relação às mudanças que se avizinhavam no mercado, com o fato de as lojistas que lá estavam terem saído, com o novo conceito, etc. A verdade é que o novo conceito me surpreendeu. Este domingo estive por lá e adorei. Tive pena de não ver o mercado, propriamente dito, mas o que vi gostei e recomendo. Tenho pena de já não passar a vida pela zona do bom sucesso. Fez-me lembrar o mercado San Miguel em Madrid. O Bom sucesso tem agora uma série de lojas, espalhadas pelo mercado e cada uma tem a sua especialidade, seja vinho, crepes, pasteis de nata, sushi, whatever. É uma zona de degustação, excelente para os fins de tarde depois do trabalho. Espero que o mercado do bom sucesso tenha muito bom sucesso que as pessoas adiram à ideia, porque eu espero frequentar muito. 

domingo, 16 de junho de 2013

Bom Domingo!!!

Esta é um pouco da minha visão de uma relação a dois...


"Desde que a Maria João e eu fizemos dez anos de casados que estou para escrever sobre o casamento. Depois caí na asneira de ler uns livros profissionais sobre o casamento e percebi que eu não percebo nada sobre o casamento.
Confesso que a minha ambição era a mais louca de todas: revelar os segredos de um casamento feliz. Tendo descoberto que são desaconselháveis os conselhos que ia dar, sou forçado a avisar que, quase de certeza, só funcionam no nosso casamento.
Mas vou dá-los à mesma, porque nunca se sabe e porque todos nós somos muito mais parecidos do que gostamos de pensar.
O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam.
O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade.
Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram.
O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais.
Foram concordados, são desenvolvidos, são revistos, são alterados, esquecidos e discutidos. Mas um casamento feliz com dez anos, tal como um filho de dez anos, tem uma personalidade mais rica e mais bem sustentada, expressa e divertida do que um bebé com um ano de idade.
Eu só vivo desta maneira - que é o nosso casamento - vivendo com a Maria João, da maneira como estamos um com o outro, casados. Nada é exportável. Não há bocados do nosso casamento que eu possa levar comigo, caso ele acabe.
O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento.
Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas.
Se calhar, os casais apaixonados que têm filhos também ganhariam em pensar no primeiro filho que têm como sendo o segundo. O filho mais velho é o casamento deles. É irmão mais velho do que nasce e ajuda a tratar dele. O bebé idealmente é amado e cuidado pela mãe, pelo pai e pelo casamento feliz dos pais.
Se o primeiro filho que nasce é considerado o primeiro, pode apagar o casamento ou substitui-lo. Os pais jovens - os homens e as mulheres - têm de tomar conta de ambos os filhos. Se a mãe está a tratar do filho em carne e osso, o pai, em vez de queixar-se da falta de atenção, deve tratar do mais velho: do casamento deles, mantendo-o romântico e atencioso.
Ao contrário dos outros filhos, o primeiro nunca sai de casa, está sempre lá. Vale a pena tratar dele. Em contrapartida, ao contrário dos outros filhos, desaparece para sempre com a maior das facilidades e as mais pequenas desatenções. O casamento feliz faz parte da família e faz bem a todos os que também fazem parte dela.
Os livros que li dão a ideia de que os casamentos felizes dão muito trabalho. Mas se dão muito trabalho como é que podem ser felizes? Os livros que li vêem o casamento como uma relação entre duas pessoas em que ambas transigem e transaccionam para continuarem juntas sem serem infelizes. Que grande chatice!
Quando vemos o trabalho que os filhos pequenos dão aos pais, parece-nos muito e mal pago, porque não estamos a receber nada em troca. Só vemos a despesa: o miúdo aos berros e a mãe aflita, a desfazer-se em mimos.
É a mesma coisa com os casamentos felizes. Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.
Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é.
Se o casamento for pensado e vivido como uma troca vantajosa - tu dás-me isto e eu dou-te aquilo e ambos ficamos melhores do que se estivéssemos sozinhos -, até pode ser feliz, mas não é um casamento de amor.
Quando se ama, não se consegue pensar assim. E agora vem a parte em que se percebe que estes conselhos de nada valem - porque quando se ama e se é amado, é fácil ser-se feliz. É uma sorte estar-se casado com a pessoa que se ama, mesmo que ela não nos ame.
Ouvir um casado feliz a falar dos segredos de um casamento feliz é como ouvir um bilionário a explicar como é que se deve tomar conta de uma frota de aviões particulares - quantos e quais se devem comprar e quais as garrafas que se deve ter no bar, para agradar aos convidados.
Dirijo-me então às únicas pessoas que poderão aproveitar os meus conselhos: homens apaixonados pelas mulheres com quem estão casados.
E às mulheres apaixonadas pelos homens com quem estão casadas? Não tenho nada a dizer. Até porque a minha mulher continua a ser um mistério para mim. É um mistério que adoro, mas constitui uma ignorância especulativa quase total.
Assim chego ao primeiro conselho: os homens são homens e as mulheres são mulheres. A mulher pode ser muito amiga, mas não é um gajo. O marido pode ser muito amigo, mas não é uma amiga.
Nos livros profissionais, dizem que a única grande diferença entre homens e mulheres é a maneira como "lidam com o conflito": os homens evitam mais do que as mulheres. Fogem. Recolhem-se, preferem ficar calados.
Por acaso é verdade. Os livros podem ser da treta mas os homens são mais fugidios.
Em vez de lutar contra isso, o marido deve ceder a essa cobardia e recolher-se sempre que a discussão der para o torto. Não pode ser é de repente. Tem de discutir (dizê-las e ouvi-las) um bocadinho antes de fugir.
Não pode é sair de casa ou ir ter com outra pessoa. Deve ficar sozinho, calado, a fumegar e a sofrer. Ele prende-se ali para não dizer coisas más.
As más coisas ditas não se podem desdizer. Ficam ditas. São inesquecíveis. Ou, pior ainda, de se repetirem tanto, banalizam-se. Perdem força e, com essa força, perde-se muito mais.
As zangas passam porque são substituídas pela saudade. No momento da zanga, a solidão protege-nos de nós mesmos e das nossas mulheres. Mas pouco - ou muito - depois, a saudade e a solidão tornam-se insuportáveis e zangamo-nos com a própria zanga. Dantes estávamos apenas magoados. Agora continuamos magoados mas também estamos um bocadinho arrependidos e esperamos que ela também esteja um bocadinho.
Nunca podemos esconder os nossos sentimentos mas podemos esconder-nos até poder mostrá-los com gentileza e mágoa que queira mimo e não proclamação.
Consiste este segredo em esperar que o nosso amor por ela nos puxe e nos conduza. A tempestade passa, fica o orgulho mas, mesmo com o orgulho, lá aparece a saudade e a vontade de estar com ela e, sobretudo, empurrador, o tamanho do amor que lhe temos comparado com as dimensões tacanhas daquela raivinha ou mágoa. Ou comparando o que ganhamos em permanecer ali sozinhos com o que perdemos por não estar com ela.
Mas não se pode condescender ou disfarçar. Para haver respeito, temos de nos fazer respeitar. Tem de ficar tudo dito, exprimido com o devido amuo de parte a parte, até se tornar na conversa abençoada acerca de quem é que gosta menos do outro.
Há conflitos irresolúveis que chegam para ginasticar qualquer casal apaixonado sem ter de inventar outros. Assim como o primeiro dever do médico é não fazer mal ao doente, o primeiro cuidado de um casamento feliz é não inventar e acrescentar conflitos desnecessários.
No dia-a-dia, é preciso haver arenas designadas onde possamos marrar uns com os outros à vontade. No nosso caso, é a cozinha. Discutimos cada garfo, cada pitada de sal, cada lugar no frigorífico com desabrida selvajaria.
Carregamos a cozinha de significados substituídos - violentos mas saudáveis e, com um bocadinho de boa vontade, irreconhecíveis. Não sabemos o que representam as cores dos pratos nas discussões que desencadeiam. Alguma coisa má - competitiva, agressiva - há-de ser. Poderíamos saber, se nos déssemos ao trabalho, mas preferimos assim.
A cozinha está encarregada de representar os nossos conflitos profundos, permanentes e, se calhar, irresolúveis. Não interessa. Ela fornece-nos uma solução superficial e temporária - mas altamente satisfatória e renovável. Passando a porta da cozinha para irmos jantar, é como se o diabo tivesse ficado lá dentro.
Outro coliseu de carnificina autorizada, que mesmo os casais que não podem um com o outro têm prazer em frequentar, é o automóvel. Aí representamos, através da comodidade dos mapas e das estradas mesmo ali aos nossos pés, as nossas brigas primais acerca das nossas autonomias, direcções e autoridades para tomar decisões que nos afectam aos dois, blá blá blá.
Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar."

MEC in Como é Linda a Puta da Vida

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Ainda Estou de Férias

Eu acho muito bem que esta senhora queira fazer sexo com cem mil homens... a questão que se me passou pela cabeça, é se existem 10 homens que queiram fazer sexo com ela...

"Na Polónia, o sexo ainda é tabu e quem quiser realizar as suas fantasias sexuais é considerado pervertido, prostituta ou doente mental", revela Lisewska.
Ora bem, como lhe explicar isto....não é que eu considere a senhorita uma prostituta, porque não recebe dinheiro, ou não refere isso....apenas acho que ela é uma puta...mas prostituta não!!!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Férias!!!!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Saudades

Decidi colocar aqui todas as mensagens que fazem parte da história do TTS, já lá vão uns anitos. Aqui está parte da história do par FM & ML... 
Infelizmente não consegui que os posts ficassem com os respetivos autores e ficaram todos como se fosse eu o autor, mas acho que quem lê habitualmente a ML consegue identifica-la nos posts (Basicamente ela é que colocava fotos de gajas)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Gostei


Gostei da critica gastronómica do MEC no Público e fiquei com vontade de experimentar o restaurante, apesar de que 40€ por pessoa é no mínimo caro-como-o-caralho, mas fiquei com vontade de experimentar.


A propósito do MEC desde que vi a entrevista dele na RTP, acho que foi na RTP, fiquei surpreendido, de uma forma negativa. Primeiro porque achei-o velho, muito velho. Segundo, achei que aquele não era o MEC que eu conhecia dos livros que li dele, das crónicas que li, dos programas de televisão que li... não parecia a mesma pessoa. Se calhar deve-lhe estar a fazer falta a coca, que ele diz que o inspirava.. Achei-o triste, abatido, melancólico.

Tragedia

RIP
Acompanhei esta historia nos últimos meses e tocou-me muito desde sempre. Talvez porque quando somos pais muda nossa maneira de ver o mundo

Eu quero ir de férias.

Na próxima semana eu e o digníssimo meu namorado entramos de férias. Merecidas diga-se.
São as primeiras férias de verão a três. E confesso que a ansiedade é mais do que muita. Não só pelo que as férias significam: relax, sol, praia, descanso, ... (pelo menos espera-se que sim!) mas também porque ando esgotadíssima e sem a mínima paciência para o trabalho.
No entanto, a calma impera lá por casa... Nada de marcar nada... A ideia seria ir já dia 10 para algum lado. Há muita coisa vista, algumas ideias... Mas concretizar a coisa que é bonito.. Nada!
Vai-se a ver e tenho é de me mexer eu antes que fiquemos por terra!

terça-feira, 4 de junho de 2013

:)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Time is Running Out

Sábado estive a ver este concerto e arrependi-me de não ter comprado bilhetes para ir ao Dragão para ir ver estes senhores. 
Não comprei porque não gostei dos últimos álbuns, porque achei que eles começaram a fazer músicas para a "chabalada", mas os Muse foram durante muito tempo a minha banda de eleição e vi grandes concertos deles, uns mais que outros.. e ouvi-los ao vivo traz tantas recordações.

Monday Mood

O Perigo Está Em Todo Lado

Minha gente, muito cuidadinho com o que andam aí a fazer, essas loucuras porque o senhor Michael Douglas diz que o cancro na garganta que foi vitima teve origem no sexo oral.
Ainda não percebi se ele fez sexo oral a homens ou a mulheres, mas acho que não interessa para o caso. 

Para a semana estou de férias...Fucking yeah!

sábado, 1 de junho de 2013

O Que Perdi...